Curso de Flash Dedicado  – Daniel Marins  – ESPAÇO FOTO CONTEMPORÂNEA

Curso de Flash Dedicado – Daniel Marins – ESPAÇO FOTO CONTEMPORÂNEA

 O CURSO

O Curso tem como finalidade discutir a iluminação artificial portátil por meio do uso de flashes dedicados em cima da câmera e remotamente com modificadores de luz. Esse recurso proporciona trabalhar esquemas de luz típicos de estúdio aplicados em ambientes externos e internos, possibilitando equalização da luz ambiente com a luz do flash e potencializando formas criativas de iluminação.

É destinado à fotógrafos com conhecimento básico e intermediário de fotografia que estão querendo conhecer ou melhorar o uso do flash em suas fotografias de: ensaios, casamentos, aniversários, retratos, publicidade, moda etc.

Estudaremos a fundo o comportamento da luz e como fotometrar corretamente para evitar tentativas e erros em seus trabalhos fotográficos utilizando flashs. Iremos ver referências de grandes fotógrafos que utilizam iluminação artificial em suas fotos e entender como cria-las. Praticaremos muito para entender todas as teorias passadas no curso.

PROGRAMA

AULA 01

  • Apresentação dos participantes e do curso
  • Entendendo como o flash funciona com os ajustes da câmera
  • Aprendendo a ligar o modo flash no cérebro
  • Luz Incidente e o Fotômetro de mão
  • Fotometria acurada com o fotômetro da câmera

AULA 02

  • Aprendendo a usar precisamente o Flash no modo TTL
  • Dicas de utilização do flash em eventos
  • Balanço de Branco
  • Equalizando a cor do flash com a luz ambiente
  • Invertendo a cor da luz ambiente

AULA 03

  • Usando o flash no modo manual sem fotômetro de mão
  • Entendendo as propriedades da luz
  • Modificadores de luz e acessórios para flash dedicado
  • Inspiração de iluminação artificial na pintura e fotografia

AULA 04

  • Prática com modelo em externa

AULA 05

  • Revisão
  • Apresentação das fotos feitas na aula prática
  • Dicas de equipamentos e acessórios
  • Entrega dos certificados

Próximos Cursos

05/11
SEG | QUA | SEX
NOITE (19H ÀS 22H)
AULA EXTERNA SÁBADO DIA 10/11 – MANHÃ

PROF.: DANIEL MARINS

DURAÇÃO

  • 4 aulas teóricas de 03 horas
  • 1 aula prática de 4 horas

VALOR

  • R$690,00 em até 3x no cartão ou R$630,00 c/ desconto à vista em dinheiro, cheque ou transferência bancária

PRÉ-REQUISITO

  • Noções básicas de fotografia

Leituras de Portfólios | Prêmio Ateliê da Imagem Melhor Portfólio 2018

Leituras de Portfólios | Prêmio Ateliê da Imagem Melhor Portfólio 2018

Leituras de Portfólios | Prêmio Ateliê da Imagem Melhor Portfólio 2017

Na terceira edição das Leituras de Portfólios, os leitores convidados foram Ângela Magalhães & Nadja Pelegrino, Claudia Tavares, Daniela Dacorso, Daniella Géo, Marcia Mello, Marco Antonio Portela, Marcos Bonisson e Rony Maltz.

 

ÂNGELA MAGALHÃES & NADJA PEREGRINO

Angela Magalhães (Comunicação Social -UFRJ), foi bolsista da Fulbright/Capes no International Center of Photography /Aperture Foundation NY,1988/89. No Instituto Nacional de Fotografia da Funarte (1979-2003), coordenou as Semanas Nacionais de Fotografia (1982-1989) e diversas mostras. Na área de pesquisa, em co-parceria com Nadja Peregrino, recebeu os prêmios da Fundação Vitae (“Revista Realidade,1966-1976: paradigma de um fotojornalismo moderno no Brasil) e Rio Arte (“O Rio de Janeiro de José Medeiros” ); e publicou os livros Fotografia no Brasil: um olhar das origens ao contemporâneo (MINC/Funarte, 2004) e Fotoclubismo no Brasil – o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012). Atuou em comissões nacionais e internacionais como o Tenth Annual Infinity Awards (ICP NY, 1994); The International Photography Research Network- Changing Views of Brazil and Europe (Inglaterra 2006-2007) tendo, ainda, realizado curadorias internacionais na China, Rússia, Perú e Argentina. Recentemente, participou da leitura de portfólios do FotoRio (2016-18) e do Paraty em Foco (2017-18).

Nadja Peregrino é mestra em Comunicação (ECO/UFRJ-1990) com tese publicada no livro O Cruzeiro – A revolução da fotorreportagem (1991). Professora, desde 2002, do Curso de Pós-Graduação Fotografia e Imagem da Universidade Cândido Mendes. Atuou na Funarte (1977-1990) e no Centro de Artes da UFF (1990-1998), organizando exposições de renomados fotógrafos brasileiros e estrangeiros; Como curadora associada independente, realizou diversas mostras, como La revue O Cruzeiro (Chalon Sur Saun, França, (2006); Physis Soma, o corpo, a expressão e a poética do movimento (Casa das Rosas, São Paulo, 2014); Fotografia arte Plural (ICON Galeria, RJ, 2018). Integrou a seleção dos prêmios e porfólios: Marc Ferrez (Funarte, 2010) e ArtePará (Belém, 2010), Premio Pierre Verger, 2017, FotoRio (2016 -18), Paraty em Foco (2017-18) Entre os últimos textos publicados destaca-se Flutuações da fotografia contemporânea, Colóquio Fotografia Bahia, UFBA, 2017. Atualmente, ao lado de Angela Magalhães, é curadora da ICON Galeria (RJ), atuando com a exibição e venda de fotografias.

Leituras de Portfólios | Prêmio Ateliê da Imagem Melhor Portfólio 2017

CLAUDIA TAVARES

Doutora em Processos Artísticos Contemporâneos pelo Instituto de Artes UERJ, Mestra em Artes pela Goldsmiths College, Londres e em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes, UFRJ e formada em Comunicação Social pela Faculdades Integradas Hélio Alonso, Rio de Janeiro.
Como artista visual, utiliza as linguagens da fotografia e do vídeo. Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas em diversos espaços, tais como Espaço Cultural Sérgio Porto, Sesc Pinheiros, Galeria Murilo Castro (BH), Plataforma Revólver (Lisboa), 291 Gallery (Londres) e Galeria Tempo (Rio de Janeiro). Participou das Feira Internacional de Arte Bogotá 2009, SPArte 2012 e da Art Rio 2012 representada pela Galeria Tempo.

Suas exposições individuais são “Light Boxes”, 2001, 291 Gallery, Londres, “entre nuvem e vento”, 2007, Galeria do Ateliê, Rio de Janeiro, “Nós”, 2011, Espaço Sérgio Porto, Rio de Janeiro, “Branco Preto”, 2012, Galeria Tempo, Rio de Janeiro, “Vestida de infância”, 2015, Galeria do Ateliê, Rio de Janeiro; “Até”, 2015, Galeria Graphos, Rio de Janeiro. Ganhou 3o prêmio com o vídeo “BláBláBlá”, na 9o Bienal Nacional de Santos 2004. Publicou os seguintes títulos: 10 verbos, 11 imagens, 1 lembrança, edição de autor, a trilogia VAIEVEM Rio de Janeiro, VAIEVEM São Paulo e VAIEVEM Minas Gerais, Preto Branco, em parceria com Monica Mansur, todos pela Binóculo Editora, empresa que dirigiu entre 2008 e 2015. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.

DANIELA DACORSO

Formada em Comunicação Social com Pós-Graduação em Fotografia como Instrumento de Pesquisa em Ciências Sociais, Daniela Dacorso leciona no Ateliê da Imagem e trabalha como fotógrafa free-lancer. Foi professora do Instituto de Artes da UERJ e fotógrafa da Revista Isto é e do Jornal O Globo. Fotografou para capas de discos de diversos artistas, como Titãs, Marcelo D2, Planet Hemp, Caetano Veloso e Jorge Mautner, entre outros. Colaborou como fotógrafa para diversas publicações no Brasil e no exterior, como Guardian(UK), Liberation( FR), La Vanguardia (Espanha), Intro (Alemanha), Revista Vogue e Revista Bravo entre outros. Realizou exposições individuais na Holanda (Netherlands Fotomuseum, Rotterdam), França e Brasil e participa da Coleção Joaquim Paiva de Fotografia/MAM RJ. Desenvolve projetos pessoais em fotografia e participa de residências artísticas, como o projeto “Civilização Sem Fronteiras”, residência fotográfica de três meses na China.

DANIELLA GÉO

Curadora e crítica de arte residente na Antuérpia, Bélgica e Rio de Janeiro. Doutora em Estudos Cinematográficos e Audiovisuais pela Sorbonne Nouvelle-Paris III (foco em Fotografia/Arte contemporânea). Foi curadora da 4e Biennale de Lubumbashi, R.D. Congo, da 5e BIP – Biennale internationale de la Photographie et des Arts visuels de Liège e de Black is beautiful, GRID – 3e Internationale Fotografie Biennale, Amsterdã. Entre suas curadorias recentes estão as exposições retrospectivas Charif Benhelima: Polaroid 1998-2012, MAC de Niterói e MON, Curitiba, e Roger Ballen: Transfigurações, fotografias 1968-2012, MAM-Rio, MON, Curitiba, e MAC USP. Daniela Géo é curadora associada do APT – Artist Pension Trust, NY. Escreveu para diversas publicações, entre as quais a American Encyclopedia of the Twentieth-Century Photography (Routledge, 2005). Professora da EAV Parque Lage, Rio de Janeiro, e conferencista convidada do HISK – Higher Institute for Fine Arts, Gent, Bélgica.

MARCIA MELLO

Marcia Mello é bacharel em Letras pela UFRJ, pesquisadora, curadora e conservadora de fotografia. Em 2006, inaugura a Galeria Tempo com Carolina Dias Leite e Georgiana Basto, em atividade até 2014. Em 2015 foi diretora-curadora da Marsiaj Tempo Galeria (RJ). Nesse periodo, além de organizar inúmeras exposições, participou como expositora das feiras SP/ARTE e ART/RIO. Entre suas atividades mais recententes, destaca-se a co-curadora das exposições “Kurt Klagsbrunn, um fotógrafo humanista no Rio (1940-1960)”, “Rossini Perez, entre o morro da Saúde e a África” e “Ângulos da Notícia, 90 anos de fotojornalismo em O Globo” no Museu de Arte do Rio todas em 2015. No Centro Cultural da Justiça Federal, curou a mostra “Tempos de Chumbo, Tempo de Bossa – os anos 60 pelas lentes de Evandro Teixeira” (2014) e na Galeria do Espaço SESC, “Deveria ser cego o homem invisível?”, fotografias de Renan Cepeda (2015). Como pesquisadora, participou das exposições e livros: “Alair Gomes – A new Sentimental Journey”, Cosac Naify, 2009, e “Caixa Preta – fotografias de Celso Brandão”, Estúdio Madalena, 2016, ambas com curadoria de Miguel Rio Branco e exibidas na Maison Europeenne de la Photographie em Paris. Em 2015, participou do livro “Milan Alram”, edições de Janeiro e Bazar do Tempo, de Joaquim Marçal.

MARCO ANTONIO PORTELA

Marco Antonio Portela é mestre em Ciência da Arte pela UFF. Artista Visual, curador independente, participou de exposições coletivas e individuais dentre elas: Sangue Novo no Museu do Bispo do Rosário; Séria Migrações na Galeria da UFF; O corpo inventado na Caixa Cultural de SP; Em torno do Entorno no Museu do Ingá; Elas na Galeria LGC. Têm obras em coleções como: Joaquim Paiva, Carlos Barroso, Revista ArteNexus (Miami, EUA) e Centro Cultural de Bellas Artes (Lima, Peru). Coordenou a Galeria Meninos de Luz, no Pavão/Pavãozinho, e a Galeria do Poste – Sucursal Rio. Como curador e agitador cultural, já realizou diversas exposições: Piscinão, na Galeria Murilo Castro, Belo Horizonte; Vacas Profanas no solo sagrado do Pavão/Pavãozinho, na Galeria Meninos de Luz; Mostra o seu que eu mostro o meu, na Casa França Brasil; Olhares femininos: aqui e lá, Galeria Fotoativa, Belém do Pará; Efígies, na galeria do Ateliê da Imagem. Ficou em segundo lugar no prêmio PIpa on line 2013.

MARCOS BONISSON

Marcos Bonisson é artista e Mestre em Ciência da Arte (UFF). Nasceu e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. É graduado em Letras (UNESA) e Pós-graduado em Arte e Cultura (UCAM). Estudou gravura, desenho, cinema e fotografia na EAV – Parque Lage (1977–1981). Participou da Primeira Trienal de Fotografia do MAM – SP (1980), da 27ª Bienal Internacional de São Paulo (2006), da XIX Bienal Internacional de Cerveira em Portugal (2017) e selecionado para a Segunda Edição da BienalSur (2019). Bonisson tem participado em diversas exposições coletivas no Brasil e no exterior. Publicou o Livro Arpoador (Editora Nau, 2011), o Catálogo Pulsar (Editora Binóculo, MAM, 2013) e o Livro ZiGZAG publicado pela Editora Bazar do Tempo e lançado no Paris Photo em 2017. Suas mais recentes exposições individuais foram no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2013 e a na Maison Européenne de la Photographie (MEP-Paris) em 2015.

RONY MALTZ

Artista visual e professor de arte impressa, Mestre em Fotografia pelo ICP-Bard College (NY). Faz livros de fotografia e projetos multimídia que exploram as convenções do estilo documental e as fronteiras entre texto e imagem. Produziu e dirigiu o longa documentário Atafona, criou o projeto multimídia “Borges: Obras Completas” e a vídeo-instalação “Reading/Readers”. Seu trabalho foi exibido, recentemente, no DUMBO Arts Festival, International Center of Photography e MoMA P.S.1, em Nova York; e no Centro Cultural dos Correios e Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro. Produtor da Feira URCA de Fotolivros e curador da exposição Livros Possíveis, no Ateliê da Imagem (RJ). Toca a Abrasiva Produções. Fundou, em 2016, a editora {Lp} press.

Escolha 5 leitores (20min cada)
23/11 | sex | 14h às 19h
R$ 280,00

Leituras de Portfólios | Prêmio Ateliê da Imagem Melhor Portfólio 2017

Exposição Capilaridade de Virna Santolia

Exposição Capilaridade de Virna Santolia

Capilaridade | Virna Santolia

Sobre o autor

Virna Santolia atua do mercado de fotografia publicitária e editorial há mais de 20 anos, é conhecida por seus trabalhos nas áreas de moda, beleza, gastronomia e produtos. Mesmo graduada em Economia pela UFRJ. É pós-graduada em Fotografia & Imagem pela UCAM/IUPERJ.

Texto crítico

A série CAPILARIDADE, de Virna Santolia, partiu de um recorte do acervo de mais de 500 fotografias de seu trabalho profissional. São fotografias do passo a passo de revistas especializadas em beleza e bulas de produtos. Fotos, a priori, técnicas, entretanto apropriadas em um processo artístico de escavação e ressignificação.

O mergulho nesta coleção de fotografias, na qual as modelos são apresentadas sempre de costas, tendo o cabelo como protagonista do enredo visual, nos sugere algumas reflexões, bem como nos remete a referências subjetivas, como o trabalho do fotógrafo nigeriano J.D. Okhai Ojeikere e as Irmãs Xifópagas de Tunga.

Ao desvelar o processo de busca da beleza idealizada – verdadeiro regime imposto às mulheres numa sociedade que normatiza padrões ligados à cultura eurocêntrica –, esta série provoca o descentramento de nosso olhar, propondo outras possibilidades para pensar o conceito de belo e um questionamento acerca dos meios empregados pela mídia e pelas instituições para introjetar nos corpos e sujeitos certas prerrogativas de comportamento e crenças. Em tempos radicais, como o que vivemos, não deixa de ser um gesto de ordem micropolítica.

Na fotografia publicitária – ilustração do mundo do consumo –, as imagens finais são o objetivo em si, buscam a perfeição, são determinadas e planares. No entanto, nesta série, mesmo tomando partido de um código publicitário, o foco é direcionado para o processo, o “entre”, sugerindo, nestas imagens, uma dimensão escultórica e provisória. O procedimento inventariante de Virna Santolia contém um desejo pelo que é relegado à margem, um certo fascínio pelo fragmento e pelo que é descartável que, ao ser deslocado de seu contexto de origem, areja o campo do retrato fotográfico.

Marcos Bonisson e Patricia Gouvêa

Feira Oriente na Villa Aymoré

Feira Oriente na Villa Aymoré

A FEIRA FOTOARTE AGORA TEM NOVO NOME: FEIRA ORIENTE!

Ela vai ocorrer entre 29 de novembro e 2 de dezembro de 2018 na Villa Aymoré – Glória – RJ e você pode ser um(a) do(a)s artistas participantes.

Idealizada e realizada pelo Ateliê Oriente, em parceria com a Villa Aymoré, a Feira Oriente de Artes Visuais é pensada como um espaço para os artistas exporem e comercializarem os seus trabalhos sem intermediários, ou seja, diretamente com os compradores.

Participarão de 40 a 50 artistas, selecionados por uma Comissão de Seleção formada por José Octavio Montesanti, colecionador e fundador da Galeria Montessanti; Luciana Solano, curadora independente; Mariah Rafaela Silva, Mestre em ciências humanas e Vicente de Mello, fotógrafo e artista. Além disso, a Comissão irá premiar um (a) artista participante com um voucher no valor de R$500 (sem reembolso), com validade de 6 meses, para ser utilizado pelo premiado ou transferível, para qualquer curso ou workshop no Ateliê Oriente.

As inscrições possuem uma taxa de R$120,00 e devem ser feitas online nesta página, no botão abaixo (“Quero me inscrever”). O pagamento da taxa de inscrição não garante a participação do artista, visto que haverá uma Comissão de Seleção e Premiação para avaliar e selecionar os participantes.

As inscrições estão abertas do dia 12 de outubro até 12 de novembro de 2017, às 23:59 (horário de Brasília).

Mais informações : http://www.atelieoriente.com/feiraoriente/

 

Exposição – Projeto Identidades – Galeria Aliança Francesa – RJ

Exposição – Projeto Identidades – Galeria Aliança Francesa – RJ

CONVIDAMOS VOCÊ PARA A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO
Projeto Identidades – 2ª edição

Curadoria: Osvaldo Carvalho

25 de outubro  •  Galeria Aliança Francesa

  17h Mesa redonda    18h Abertura 

Rua Muniz Barreto, 746, Botafogo, RJ

 

A Galeria Aliança Francesa inaugura quinta-feira, dia 25, “Projeto Identidades – 2ª edição”, exposição que apresenta cerca de 25 obras de 17 artistas e oferece ao público uma reflexão sobre a extensa gama de entendimentos que a identidade suscita em cada um de nós. Sob a curadoria do artista plástico e curador Osvaldo Carvalho, a exposição traz obras de Ana Paula Albé, Benoit Fournier, Eduardo Mariz & Osvaldo Carvalho, Fábio Carvalho, Gabriela Massote, Gian Shimada, Isabel Löfgren & Patricia Gouvêa, Marcelo Carrera, Mayra Rodrigues, Mayra Rodrigues, Paulo Jorge Gonçalves, Raimundo Rodriguez, Rogério Reis, Vincent Catala e Vincent Rosenblatt. O evento tem início às 17h, com mesa redonda com o curador e artistas participantes. 

Com a montagem desse projeto percebemos a extensa gama de entendimentos que a identidade suscita em cada um de nós. Nessa edição os trabalhos apresentados afinam o espectro poético visual que foi anunciado na edição anterior – como me vejo e como sou visto ainda é recorrente; contudo, ver o outro com sensibilidade cívica revela-se uma necessidade premente, urgência primeira frente a discursos de ódio e intolerância sociais. A identidade pode ser a construção legal, histórica ou sociológica do ser, mas também é a medida pela qual cogitamos nossa própria existência.

 

 

Exposição – Mãe Preta  de  Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa

Exposição – Mãe Preta de Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa

Vênus da Gamoa #2 (2016), interferência sobre livros com imagens de August Stahl ca. 1885 (Foto: Divulgação)

 

SÃO PAULO

Exposição – Mãe Preta


Exposição concebida por Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa, de 5/10 a 25/11, Galeria Mario Schenberg, Funarte, Alameda Nothmann, 1058 | maepreta.net

exposição Mãe Preta foi idealizada pelas artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa e recebeu o Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais de 2016. A partir de releituras de imagens e arquivos do período escravocrata, a exposição investiga os elos e ressonâncias entre a condição social da maternidade durante a escravidão e as vozes de mulheres e mães negras na atualidade.

 

Idealizada pelas artistas visuais Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa, a mostra reúne vídeos, fotografias, instalações e contará com performance de Glauce Pimenta Rosa e Jessica Castro na abertura, oficina com Jarid Arraes e lançamento de catálogo com textos de Lilia Moritz Schwarcz, Martina Ahlert, Qiana Mestrich, Temi Odumosu, Alex Castro e Júlio César Medeiros da Silva Pereira

As conhecidas imagens das amas-de-leite negras, registradas desde meados do século 19 ao início do século 20, são o ponto de partida da pesquisa das artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa para a realização da exposição“Mãe Preta”, que recebeu o Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais de 2016. Após grande sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, em 2016, quando foi exibida na Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea (dentro do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, na capital fluminense), com cerca de 2 mil visitantes, e também em Belo Horizonte,em 2017, no Palácio das Artes, a exposição chega a São Paulo, na Galeria Mario Schenberg, da Funarte. A abertura ocorre em 4 de outubro e seguirá em cartaz até 25 de novembro, reunindo fotografias, vídeos, instalações, performance e literatura.

O projeto surgiu de uma pesquisa artística de Isabel e Patricia, iniciada em 2015, que busca, visto que é um trabalho em constante progressão, traçar os elos e as ressonâncias entre a condição social da maternidade durante a escravidão por meio de releituras de imagens e arquivos do período, o desaparecimento da história escravocrata na malha urbana das cidades brasileiras e as vozes de mulheres e mães negras na contemporaneidade. O intuito da mostra é discutir a questão da memória da escravidão e o legado da mulher negra na formação da sociedade brasileira dentro da história visual do país.

“A exposição objetiva contrapor a representação romantizada das “mães pretas” e da maternidade em arquivos históricos do período escravocrata ao protagonismo real e crescente exercido pelas mães negras de hoje. Iniciamos este projeto dentro de um contexto histórico com as escavações arqueológicas e a memorialização da escravidão da região portuária do Rio de Janeiro nos últimos anos. À medida que foram se revelando diversos achados, começamos a buscar elementos que se articulassem com o papel da mulher negra – focando na sua função dupla como mãe de seus próprios filhos e como amas-de-leite de crianças brancas – na formação social da cidade. Essas vidas, marcadas pelo terror da separação e mesmo morte de seus filhos em prol da criação dos filhos de outrem, deixaram marcas indeléveis como uma das grandes injustiças da história do Brasil e de toda a sociedade escravocrata. Com a exposição propomos como reflexão as lacunas históricas em relação ao papel fundamental da maternidade tal como exercido pela mulher negra na nossa história urbana, social e visual, buscando pontos de inflexão com as lutas na sociedade contemporânea”, afirma Isabel.

Inédita em São Paulo, a exposição – que ainda seguirá para São Luís, no Maranhão, em dezembro – inclui o lançamento de um catálogo com contribuições de nomes nacionais e internacionais, como a antropóloga e curadora-adjunta para histórias e narrativas no Masp, Lilia Moritz Schwarcz (USP); a antropóloga e pesquisadora Martina Ahlert (UFMA); o escritor Alex Castro; o historiador e diretor do Núcleo de Estudos e Pesquisa do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, Júlio César Medeiros da Silva Pereira (UFF); a historiadora da arte, educadora criativa e curadora britânico-nigeriana Temi Odumosu (Universidade. de Malmö – Suécia); e a fotógrafa, escritora e professora do ICP-Bard (EUA), a norte-americana Qiana Mestrich.

 

Um dos pontos altos da exposição é a vídeo-instalação “Modos de Fala e Escuta” (com 27 minutos de duração), que reúne o depoimento de sete mães negras sobre maternidade, racismo, memória, ancestralidade, violência e lutas cotidianas. Nesse sentido, outro destaque da mostra é a obra “Mural das Heroínas”, com 20 retratos de líderes negras, desde Luísa Mahin, Tereza de Benguela e Nzinga de Angola às feministas Lélia Gonzalez e Beatriz do Nascimento, além de figuras políticas como Laudelina de Campos e Marielle Franco, entre outras, que simbolizam as conquistas sociais, a luta, a resistência, a voz e o lugar histórico da mulher negra no Brasil.

A exposição também conta, ainda, com a minibiblioteca Mãe Preta, que conta com publicações de autoras negras contemporânea se uma seção voltada para a literatura infanto-juvenil com títulos sobre protagonismo negro para consulta do público.

Dividida em oito séries, “Mãe Preta” apresenta instalações, colagens e intervenções em gravuras e fotografias, que, reunidas, propõem uma reinvenção poética da iconografia relacionada às mães pretas dentro de uma linguagem contemporânea tendo como ponto de partida imagens fotográficas do acervo do Instituto Moreira Salles, do Rio de Janeiro, e releituras de livros com gravuras de Jean-Baptiste Debret, Johan Moritz Rugendas e outros artistas. Isabel e Patricia criaram intervenções nessas imagens com objetos óticos, como lupas e lentes, que destacam a complexidade das relações das amas-de-leite com as crianças brancas de seus senhores e das mulheres escravizadas e seus próprios filhos dentro de contextos domésticos, urbanos e rurais.
“De tão conhecidas, estas imagens são vistas de forma superficial e contribuem para um olhar normalizado sobre a vida dessas mulheres que desempenharam um papel fundamental na formação da sociedade brasileira, mas que não revelam as histórias de violência sofridas por elas. Os trabalhos propõem uma nova forma de olhar essas imagens, de modo que a figura materna apareça no primeiro plano e não apenas como um detalhe da vida cotidiana e familiar nos tempos da escravidão”, explica Patricia.

Nesse sentido, marcas naturais do tempo em reproduções de negativos de Marc Ferrez e outros fotógrafos do século 19 são aproveitadas para simbolizar cicatrizes expostas em composições fotográficas em substituição a cópias perfeitas. A dupla também levantou, em jornais de época, anúncios sobre o aluguel de amas-de-leite, assim como artigos em publicações abolicionistas denunciando escândalos e abusos diretamente relacionados à questão das amas-de-leite no século 19, sobre os quais também intervêm com diversos objetos.

Para esta edição, as artistas fizeram uma imersão nos contextos específicos de São Paulo e São Luís, para onde a exposição viajará após a etapa paulistana. Na capital paulista, as artistas seguiram o debate sobre o apagamento da história negra da cidade e, no Maranhão, realizaram entrevistas com lideranças femininas dos Quilombos Santa Rosa dos Pretos e Santa Joana, que resultaram em obras inéditas que serão apreciadas pelo público.

O catálogo da exposição será lançado em 10 de novembro, na Galeria Funarte, em São Paulo. Na ocasião, haverá uma oficina gratuita com a escritora, poetisa e cordelista Jarid Arraes, cearense radicada em São Paulo e autora dacoletânea “Heroínas Negras Brasileiras em 15 Cordéis”, lançado pela Pólen Livros em 2017.

“Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais – Galerias Funarte de Artes Visuais São Paulo / Maranhão / Chão SLZ

Workshop Individual  de Impressão Fine Art  – Marcelo Carrera Maia

Workshop Individual de Impressão Fine Art – Marcelo Carrera Maia

Workshop Individual de Impressão Fine Art – Marcelo Carrera Maia

 

O Workshop Individual de  Impressão Fine Art visa esclarecer no que consiste uma reprodução perfeita da sua imagem usando padrões internacionais de qualidade, garantindo durabilidade e profundo controle das cores e resultado.

 

O Workshop  apresentará  fundamentos para a impressão fine art:

– Como preparar um arquivo  para dar saída de impressão e conseguir o melhor resultado final.

– Pigmento Mineral

– Apresentação dos principais papéis para impressão,   como algodão, arroz, bambu,  alfa celulose, satinados,  perolados, barytados, canvas, e fotográficos.

– Tipos de impressoras  e tecnologias disponíveis.

– Permanência , durabilidade e conservação.

– Gerenciamento de cor.

– Fluxo de trabalho, pré-impressão, correções e ajustes de nitidez.

– Uso dos perfis ICC

–  Soft proof

– Apresentação dos  equipamentos de calibração e impressão, como colorímetros, espectrofotômetros e densitômetros.

– Prática de impressão e avaliação das imagens impressas.

–  Molduras e acabamento possíveis.

– Como atender e superar as expectativas do rigoroso mercado da arte.

–  Estratégias para circular, apresentar e comercializar seus trabalhos.

 

 

A quem interessa?

Importante a todos que pretendem aprender a fazer as melhores escolhas na hora de preparar a sua imagem  e de selecionar o papel mais adequado para a impressão.

Por ser individual garante maior foco e atenção no aluno.

O participante sairá do workshop com um portfólio impresso em Fineart com 10 imagens a sua escolha, no tamanho 30cm x 20cm.

Carga horária: 6 horas

Local: Laranjeiras

Valor R$ 600,00

Data : a combinar (21) 98107 0910  – marcelo@marcelocarrera.com

 

 Saiba mais  – Professor : Marcelo Carrera Maia

 

Assista o Video

 

 

Conta para Dépósito

PANDORAPIX FOTOS E PRODUÇÕES LTDA

BANCO SANTANDER – 033

AG. 3826

CONTA CORRENTE – 13003329-4

CNPJ – 18.211.713/0001-60

Z42 Arte inaugura exposição Costas de Vidro – fotografias de Edu Monteiro

Z42 Arte inaugura exposição Costas de Vidro – fotografias de Edu Monteiro

Costas de Vidro – exposição de fotografias de Edu Monteiro

Curadoria: Roberto Conduru

Z42 Arte – Rua Filinto de Almeida, 42 – Cosme Velho. Rio de Janeiro – RJ

Data de abertura: 30 de julho de 2018 – 19 horas

Livre

Até dia 21de agosto

Entrada franca

Evento faz parte da programação do Foto Rio RESISTE 2018.

 

 

 

Primeiro é preciso explicar o título da exposição e como o premiadíssimo fotógrafo Edu Monteiro descobriu e fotografou após quatro anos de investigações e três viagens à Martinica, entre elas uma residência de seis meses em busca do universo mágico, esta dança de combate – uma luta entre o visível e o invisível nas encruzilhadas da diáspora africana – seus pesos e magias.

 

Costas de Vidro é uma expressão utilizada pelos lutadores da Ladja – uma dança de combate praticada exclusivamente na ilha da Martinica, no Caribe, que lembra bastante a capoeira em alguns aspectos. O principal fundamento desta luta é o “ou wè`y ou pa wè`y” expressão em crioulo que significa: “vê mas não vê” e se refere à capacidade ilusionista dos golpes desta arte, que impossibilita a percepção visual do oponente diante do ataque – transformando o visível em invisível através do corpo. Nesta luta quem tem as costas de vidro não pode ser visto. Faz parte FotoRio resiste.

 

Curadoria Roberto Conduru 

 

Segundo o curador Roberto Conduru…”é simples a imagem com a qual Edu Monteiro apresenta Costas de Vidro. Nela, um homem afrodescendente parcialmente imerso na água segura um tambor. A tensão da pega parece visar menos a proteger o tambor do encontro com a água e mais a trazê-lo junto, conectá-lo a si. De tal modo que corpo humano e tambor tornam-se um a extensão do outro. Fazendo as vezes de tronco e cabeça, o tambor ultrapassa a condição de objeto. Dando braços e pernas ao artefato de madeira, ferro, sisal e couro, o homem amplia atributos e habilidades”.

 

Sobre o  Fotógrafo

Edu Monteiro é fotógrafo, pesquisador e doutorando em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense – UFF (2013) e possui formação em Artes e história visual pelo museu Jeu de Paume em Paris (2017). Autor dos livros Autorretrato Sensorial (Pingadoprés, 2015) e Saturno (Azougue Editorial, 2014). Um recorte de Costas de Vidro foi exposto no China Art Museum, como uma das exposições integrantes do Shanghai International Photography Festival de 2017.  

Onde!

Z42 Arte está localizado ao lado da subida do Cristo Redentor e se distingue de outros centros culturais. Construído nos anos 1930, o casarão conta com sete salas de exposições e sete ateliês, em que artistas representados pela Z42 Arte vão trabalhar diante do público. — A ideia é haver reciprocidade entre o artista e o público. “A arte é o nosso oxigênio e o seu processo de criação é lindo, tem vida. Queremos que o visitante crie uma sintonia com a construção das obras. Conheço poucos lugares do mundo com essa proposta” afirma o diretor da Z42 Arte Eduardo Lopes.

 

Reality Show de Fotógrafos no canal  Arte 1

Reality Show de Fotógrafos no canal Arte 1

Estreia nessa sexta feira dia 03 de novembro no canal Arte 1  o reality show que será uma competição entre 6 fotógrafos onde o que está em jogo é a construção de um olhar autoral. Um mergulho no universo criativo das imagens. Os mentores Claudio Feijó e Eder Chiodetto acompanham a jornada dos participantes em episódios com diferentes temas fotográficos, em um desafio de técnica e sensibilidade Os participantes serão : Rafael Aguiar, Luan Batista, Julio Cesar, Yve Louise, Camilla Kinker, Daniella Ometto os mentores serão Claudio Feijó e Eder Chiodetto e a apresentação é de  Thalma de Freitas. Claudio Feijó é pedagogo, psicólogo clínico e fotógrafo; ex-diretor e professor da Escola de Fotografia Imagem-Ação desde 1972; tem vasta experiência na área de ensino (como professor, diretor, orientador educacional e colaborador); foi consultor técnico da Polaroid do Brasil de 1989 à 1999; tem trabalhos fotográficos na Polaroid World Collection , na Coleção Masp-Pirelli, na Fototeca Cubana, além de em diversas coleções particulares; ainda na área de fotografia, foi premiado pelo Banco Real/ Fundação Roberto Marinho e com a Bolsa Marc Ferrez/Funarte; tem coordenado a Oficina Descondicionamento do Olhar desde 1986, por todo o país, nas mais diversas áreas de atuação (corporativa, educacional e de desenvolvimento criativo) Eder Chiodetto é curador especializado em fotografia, com mais de 70 exposições realizadas nos últimos 10 anos no Brasil e no exterior. Mestre em Comunicação e Artes pela Escola de Comunicações e Artes – ECA USP, jornalista, fotógrafo, curador independente e autor dos livros “O Lugar do Escritor”, “Geração 00: A Nova Fotografia Brasileira”, “Curadoria em Fotografia: da pesquisa à exposição”, entre vários outros. Nos últimos anos tem realizado a organização e edição de livros de importantes fotógrafos como Luiz Braga, photographerGerman Lorca, Cristiano Mascaro, Araquém Alcântara e Ana Nitzan , entre outros. É curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo desde 2006. Atua ainda como consultor de importantes prêmios internacionais tais como Prix Pictet, Paul Huf Award, Talent FOAM, LensCulture, Joop Swart Master Class World Press Photo e Photoville/Fence. Desde 2011 coordena o Ateliê Fotô, espaço de encontro dos Grupos de Estudos e Criação em Fotografia, orientando o trabalho de mais de 60 fotógrafos por semana.

 
Vidas Deslocadas – Exposição Museu do amanhã

Vidas Deslocadas – Exposição Museu do amanhã

Milhões de vozes ecoam pelo mundo por um lugar seguro fugindo da violência ou da fome. Mas outros milhões também são forçados a deixar seus locais de origem por razões climáticas. Embora os refugiados ambientais ainda não sejam reconhecidos pelos governos, existe um alto consenso entre os cientistas de que a mudança climática, em combinação com outros fatores, aumentará o deslocamento de pessoas em um futuro não muito distante.

Diante desse problema de importância mundial, o Museu do Amanhã, em parceria com o ACNUR e Agence France-Presse (AFP), inaugura Vidas Deslocadas, nova mostra que será aberta ao público no dia 21 de junho. Por meio de cenografia, textos e fotos, Vidas Deslocadas apresentará algumas das causas do refúgio ambiental e o drama de quem já viveu essas situações em  diversas partes do mundo.

O Museu, concebido com o propósito de conscientizar o público sobre a urgência de agirmos hoje para desenharmos o Amanhã que queremos, traz esse tema à tona, já que debater soluções para a questão do clima está em seu cerne.

Um dos destaques de Vidas Deslocadas será uma obra de arte feita com coletes salva-vidas utilizados por refugiados que chegaram à Europa pela Ilha de Lesbos, na Grécia. Chamada S.O.S (Save Our Souls – Salvem nossas Almas, na tradução do inglês), a instalação foi criada por Achilleas Souras, um jovem artista de 16 anos, e já foi exposta na Itália e na Espanha.

Início: Quarta, 21 de junho de 2017
Término: Domingo, 10 de setembro de 2017
Local:  Museu do Amanhã – Rio de Janeiro
Horário:  ter – dom 10h-18h

 

 

Impressão PandoraPix

 

Alessandra Sanguinetti

Alessandra Sanguinetti

Alessandra Sanguinetti , nascida em 1968 em Nova Iorque, onde vive atualmente é fotojornalista, fotógrafa documental e membro da Magnum Photos desde 2007.

Viveu na Argentina de 1970 até 2003 e tem fotografias em coleções públicas e privadas, tais como o Museum of Modern Art de Nova Iorque (MoMA) e The San Francisco Museum of Modern Art.

Já publicou, também, em revistas como The New York Times Magazine, LIFE e Newsweek.

Série: “As aventuras de Guille e Belinda”. A ideia de construir a série, que se tornou exposição e livro, foi, em parte, obra do acaso. Sanguinetti conheceu-as quando tentava fotografar animais perto da fazenda de seus pais para um projeto diferente
(e nunca concluído). “Beli e Guille estavam sempre correndo, escalando, perseguindo galinhas e coelhos”, contou a fotógrafa, em entrevista ao The New Yorker.

Às vezes, tirava uma foto das duas apenas para que se afastassem e parassem de espantar os animais, até mudar de ideia, no início do verão de 1999.

“Elas tinham 9 e 10 anos na época e, um dia, ao invés de pedir para que fossem embora, deixei-as ficar”. A fotógrafa conta que, como se tratavam de crianças, simplesmente brincavam, e costumavam transformar suas ideias para fotografias em novas brincadeiras. “Qualquer sugestão de imagem que eu dava,
elas adaptavam para sua própria situação”, relembra. Sanguinetti define o período como o mais feliz de sua vida, talvez pelo fato de que, nas palavras da própria, significou uma desculpa para certa regressão, para se tornar criança novamente. “Eu havia passado um tempo na Suécia, que pode ser extremamente escura e fria. Quanto voltei à Argentina, lá estavam elas”. Essas imagens foram exibidas pela primeira vez em 2004, mas a segunda parte do projeto foi concluída quase dez anos depois. The life that came(2009) (algo como “a vida que seguiu” ou “a vida que veio”), sediada como exposição na Yossi Milo Gallery, em Nova Iorque, mostra de forma subjetiva a maneira como as duas, já jovens mulheres, enfrentam o crescimento, a maternidade e os relacionamentos.

 

 

13ª e 14ª edições da Residência Artística do Red Bull Station – Inscrições Até 30 de Junho 2017.

13ª e 14ª edições da Residência Artística do Red Bull Station – Inscrições Até 30 de Junho 2017.

13ª e 14ª edições da Residência Artística do Red Bull Station – Inscrições

A Residência Artística do Red Bull Station é uma plataforma permanente que incentiva e apoia a formação e produção de arte contemporânea. Cada edição contempla seis artistas ou coletivos atuantes nas áreas de artes visuais, performance, arte sonora, novas mídias e demais manifestações contemporâneas.

Durante o período de residência, os participantes têm à sua disposição um espaço individual, além de dois ateliês colaborativos, um digital e outro analógico. Os residentes serão acompanhados pelo curador Fernando Velázquez e terão ainda um encontro individual com um curador convidado pela equipe do Red Bull Station, no programa de Studio Visit.

Inscrições até 30 de junho de 2017

A 13ª edição da residência artística acontecerá entre os dias 1 de Agosto e 2 de Setembro de 2017. A 14ª edição acontece de 26 de setembro a 28 de outubro de 2017. As inscrições para ambas estão abertas de 2 de Maio a 30 de junho. Entre os itens obrigatórios para a seleção, estão o envio de currículo e portfólio.

EDITAL (english, español)

01 objeto

O que é a Residência Artística do Red Bull Station?

_ um programa de residência de arte contemporânea direcionado a artistas, a acontecer no Red Bull Station, com sede na Praça da Bandeira, nº 137, Centro, São Paulo/SP, em duas edições. A primeira edição acontecerá de 01/08/2017 a 02/09/2017 e a segunda edição de 26/09/2017 a 28/10/2017.

_ uma plataforma de incentivo e fomento à arte contemporânea nacional emergente através da convergência de ações e pensamentos que amplifiquem a formação, reflexão, produção e crítica, de maneira interdisciplinar.

_ um espaço de compartilhamento, vivência, experimentação e intercâmbio pautado por encontros, palestras, oficinas e exibições.

_ um polo agregador entre a comunidade artística e o público.

02 descrição

_ a Residência contemplará doze vagas, sendo seis vagas para cada edição, para artistas ou coletivos brasileiros e/ou estrangeiros que residam há pelo menos cinco anos no Brasil e estejam com o RNE em dia. Também poderão se inscrever artistas estrangeiros ou Brasileiros residentes no exterior observando que despesas de transporte, moradia e alimentação não serão cobertas pela Residência Artística.[AR1]

_ poderão se inscrever artistas atuantes nas áreas de artes visuais, performance, arte sonora, novas mídias e demais manifestações contemporâneas.

_ a Residência Artística acontecerá em duas edições, nas quais cada um dos seis ateliês serão ocupados por artistas ou coletivos.

_ os participantes das duas edições participarão de uma exposição coletiva com abertura no dia 02/12/2017.

_ a seleção dos artistas será realizada por um júri composto pelo curador do Red Bull Station e dois ex-residentes, os artistas Bruno Palazzo e Raphael Escobar.

_ a decisão do júri é inquestionável e irrecorrível.

03 contrapartidas

_ os artistas ou coletivos participantes terão os seus portfólios divulgados no site do Red Bull Station.

_ a Residência Artística terá o acompanhamento do curador do Red Bull Station.

_ os artistas residentes também terão um encontro individual com um curador convidado pela equipe do Red Bull Station, no programa Studio Visit.

_ além do espaço individual, os artistas poderão utilizar os ateliês colaborativos, um digital e o outro analógico, além das instalações do Red Bull Basement (Maker Space).

_ durante o período de residência acontecerá o programa Ateliê Aberto, onde os artistas apresentarão o seu trabalho ao público em seus respectivos ateliês.

_ cada artista receberá o valor máximo de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) como auxílio-produção durante a residência e em relação à produção de obras a serem apresentadas na exposição coletiva, conforme disposto no item 05_2 abaixo.

04 da inscrição

_ as inscrições para as duas edições acontecerão simultaneamente de 02/05/2017 a 30/06/2017 (até as 23:59 do horário de Brasília) e o resultado da seleção será divulgado em 17/07/2017, no site do Red Bull Station.

_ serão selecionados 6 (seis) artistas ou coletivos titulares e dois suplentes por edição.

_ em caso de inscrição coletiva, deverá haver um representante do grupo. O apoio financeiro será considerado como equivalente ao de um artista residente.

_ as inscrições serão realizadas unicamente através do endereço eletrônico www.redbullstation.com.br/residencias. Na plataforma on-line, o candidato poderá preencher a ficha de inscrição e deverá anexar obrigatoriamente: portfólio com até 20 (vinte) imagens e curriculum vitae. Os arquivos não poderão exceder os 10 MB.

_ os candidatos poderão incluir no portfólio projetos específicos a serem desenvolvidos no período. Neste caso, é aconselhado que o artista utilize 25% (vinte e cinco por cento) do espaço no documento para se explanar sobre o projeto e complemente o restante com obras e projetos já desenvolvidos.

_ serão excluídos do processo seletivo os candidatos que enviarem inscrições fora do prazo estabelecido e/ou com documentação incompleta.

_ todos os candidatos serão notificados por e-mail do recebimento da inscrição.

_ o ato da inscrição implica automática e plena concordância com o Regulamento e os Termos e Condições da Residência deste edital.

_ os portfólios digitais passarão a fazer parte do banco de dados da Residência Artística.

TERMOS E CONDIÇÕES DA RESIDÊNCIA ARTÍSTICA DO RED BULL STATION

05_1 dos artistas

_ será obrigatório para os artistas selecionados a assinatura de contrato com a Red Bull, no qual se comprometem a aceitar o Regulamento e os Termos e Condições da Residência. A não assinatura implica no cancelamento da participação deste na Residência Artística.

_ é de responsabilidade do artista desenvolver a sua pesquisa com o acompanhamento do curador e desenvolver trabalhos para a exposição.

_ é facultativo ao artista doar obra para a coleção da Residência Artística do Red Bull Station. A escolha será em conjunto com o curador em exercício. A obra doada deverá estar acompanhada de ficha técnica, devidamente assinada e datada pelo artista. Quando a obra doada for um múltiplo, a tiragem da edição deve estar especificada no documento. Paralelamente, o artista deverá assinar um documento de cessão de direitos de uso de imagem da obra doada para fins de divulgação.

_ os trabalhos apresentados na exposição coletiva devem ser inéditos e exclusivos enquanto durar o período da mesma.

_ o artista se compromete a estar presente nas programações e nos encontros previamente agendados com o curador, orientadores, palestrantes e/ou público, acompanhar a montagem da exposição, e qualquer outra solicitação de conteúdo ou divulgação requisitados pela coordenação da Residência Artística.

_ a presença no ateliê deve ser constante. Ausências prolongadas deverão ser previamente notificadas ou justificadas, assim como viagens para fora da cidade. Não comparecimentos acima de 15% do período total da Residência serão considerados como não cumprimento dos Termos e Condições da Residência e estarão sujeitos às sanções pertinentes.

_ é de responsabilidade do artista seguir as normas dos Termos e Condições da Residência, não colocar em risco o seu bem-estar ou dos demais artistas residentes, bem como o do público e de todas as pessoas envolvidas no projeto. Também é responsabilidade do artista a preservação do espaço físico do ateliê e de bens que ali se encontrarem.

_ o artista deverá assinar documentos de cessão de uso de imagem e de autorização de registro do processo, para fins de divulgação e documentação durante a Residência Artística.

_ o artista deverá colaborar com as atividades do núcleo educativo da Residência Artística em eventos com curadores, instituições, público em geral e escolas públicas e privadas.

_ desistência do programa, infrações ao presente regulamento ou normas legais, assim como todo e qualquer comportamento que perturbe a ordem, sujeitarão os artistas residentes a sanções determinadas pela Residência Artística, incluindo exclusão da mesma.

_ deverão estar de acordo e assinar as Regras da Residência Artística.

05_2 da residência artística

É de responsabilidade da Residência Artística proporcionar ao artista selecionado:

_ um ateliê individual durante o período.

_ o artista receberá a título de verba de produção o valor máximo de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) para execução de seu projeto, incluindo a produção do trabalho que será apresentado na exposição de encerramento. O valor deverá ser utilizado em materiais de consumo e serviços a serem contratados diretamente pela produção da Residência Artística e pagos mediante apresentação de nota fiscal.

_ caso seja selecionado um coletivo, o apoio financeiro é considerado como equivalente ao de um artista residente.

_ suporte e orientação no desenvolvimento dos projetos dos residentes por meio da orientação do curador em exercício.

_ portfólio divulgado no site do Red Bull Station, com texto de apresentação escrito pelo curador.

_ divulgação da Residência Artística, dos eventos, mostras e exposições realizadas durante as edições.

_ disponibilizar o suporte de uma equipe de produção presente diariamente no espaço.

_ organizar uma exposição coletiva para a apresentação pública das pesquisas.

_ registrar, digitalizar e arquivar os registros de obras e processos, como também publicá-los em redes sociais e no site do Red Bull Station.

_ administrar casos de desistência ou de quebra de contrato.

_ a Residência Artística se responsabilizará por obras roubadas ou danificadas somente durante o período das exposições.

_ a Residência Artística não se responsabiliza por artigos furtados, uma vez que é responsabilidade do artista manter a segurança de seu ateliê, mantendo-o fechado quando não estiver presente.

DOS PROFISSIONAIS CONTRATADOS PARA SELEÇÃO/ORIENTAÇÃO DOS ARTISTAS DA RESIDÊNCIA

06_1 do Júri

_ o júri será composto por Fernando Velázquez (curador em exercício), e dois ex-residentes, os artistas Bruno Palazzo e Raphael Escobar.

_ o Júri deverá apresentar ata referente ao processo seletivo.

06_2 do curador

_ após o processo de seleção, caberá ao curador acompanhar o período de Residência Artística, preparar a agenda de atividades, selecionar a obra a ser doada pelo residente, e escrever os textos de apresentação dos artistas e da exposição.

_ o curador deverá estar presente em todas as atividades programadas pela Residência Artística: orientações coletivas, conversas individuais e montagem da exposição.

07 regras da residência artística

da ocupação do espaço comum

_ o Red Bull Station está aberto ao público de terça a sexta, das 11h às 20h, e sábados das 11h às 19h, salvo em eventos especiais agendados pela equipe de coordenação. O público tem acesso a todos os andares do espaço, o que significa que os artistas irão conviver com o público.

_ o acesso dos artistas ao Red Bull Station é de segunda a sábado, das 9h às 22h. O acesso fora desse horário deve ser feito com prévia autorização da equipe de produção da Residência Artística.

_ é também de responsabilidade dos artistas zelar pelos materiais e equipamentos do Red Bull Station.

_ o mobiliário do espaço Red Bull Station deverá ser mantido em seu devido lugar. É vetado ao artista levar para o ateliê mobiliário de uso comum.

_ é vetado o uso de drogas ilícitas em toda e qualquer dependência do Red Bull Station.

_ de acordo com a Lei Estadual n° 13.541/09, é proibido fumar nas dependências do Red Bull Station.

DA OCUPAÇÃO DOS ESPAÇOS INDIVIDUAIS E USO COLETIVOS

ateliê analógico

_ o ateliê analógico é dotado de bancadas, que devem ser desocupadas quando o artista não estiver trabalhando.

_ o ateliê analógico destina-se a múltiplas utilidades sendo vetado seu uso como depósito.

_ todo material ali presente (ferramentas, prensa etc…) destina-se ao uso coletivo e deve ser mantido em boas condições e devolvido ao lugar de origem. Este só pode ser utilizado dentro das dependências do Red Bull Station.

_ danos ou perda dos equipamentos do ateliê analógico implicam no reembolso ao Red Bull Station por parte do artista.

ateliê digital

_ o ateliê digital é dotado de 1 (um) computador e de 2 (duas) impressoras de uso coletivo e livre aos artistas.

_ a Residência conta também com uma câmera fotográfica Canon 5D Mark II, uma câmera GoPro, cartões de memória, e gravador de som digital. Estes equipamentos têm uso liberado mediante solicitação prévia e agendamento com a produção. Estes só podem ser utilizados dentro das dependências do Red Bull Station.

_ danos ou perda dos equipamentos do ateliê digital implicam no reembolso ao Red Bull Station por parte do artista.

ateliê individual

_ cada artista ou coletivo receberá um ateliê equipado com: mesa, cadeira, pufe, luminária, estante, caixa depósito com chave e cadeado para a porta, com chave. O material presente no ateliê é de responsabilidade do artista residente.

_ o participantes recebem o ateliê com duas paredes pintadas de branco, que podem ser utilizadas conforme a necessidade de cada um. Furos deverão ser acompanhados da equipe de manutenção do Red Bull Station, para evitar danos à parte elétrica e/ou hidráulica.

_ durante o período da residência não haverá reparos no ateliê.

_ o artista é responsável por todo o material encontrado dentro do ateliê. Exemplo: objetos pessoais, trabalhos em andamento, material de trabalho e equipamentos. Em sua ausência, o ateliê deverá permanecer trancado.

_ a limpeza dos ateliês é feita uma vez por semana por funcionários contratados pelo Red Bull Station. O artista deverá estar presente durante a limpeza.

_ a equipe de produção da Residência Artística terá cópias das chaves dos ateliês e das caixas depósito, que poderão ser utilizadas em situações de emergência ou reparos estruturais do prédio.

_ a visita do público aos ateliês é feita mediante a presença e concordância dos artistas, salvo em eventos agendados pela produção em que, de prévio aviso, os ateliês são abertos ao público.

_ o artista se compromete a desocupar o ateliê ao final do período de residência sem deixar nenhum pertence pessoal.

_ o transporte de qualquer material para ocupação e desocupação dos ateliês é de responsabilidade dos artistas.

do convívio comum

_ o Red Bull Station é um espaço de uso comum. Regras de convívio devem ser respeitadas, onde comportamentos e atitudes que atrapalham o andamento e o bom relacionamento do grupo não serão admitidos.

da monitoria

_ os monitores têm como principal atividade receber e apresentar o espaço ao público. Não é de responsabilidade dos monitores dar assistência ao trabalho individual de cada artista.

Inscrições abertas para Bolsa de Fotografia ZUM  /   IMS   2017  – R$ 130.000,00

Inscrições abertas para Bolsa de Fotografia ZUM / IMS 2017 – R$ 130.000,00

Em sua 5ª edição, a Bolsa de Fotografia ZUM/IMS selecionará dois projetos inéditos de artistas e fotógrafos para que desenvolvam e aprofundem seu trabalho no campo da fotografia, nas mais diversas vertentes, sem restrição de tema, perfil ou suporte.

Os projetos serão avaliados por uma comissão constituída por curadores do Instituto Moreira Salles e um convidado externo, com trabalho reconhecido na área fotográfica. Serão consideradas a qualidade artística, a qualificação do candidato e a viabilidade prática do projeto.

2 bolsas, cada bolsa tem o valor de R$ 65 mil, e os selecionados terão um prazo de oito meses para a entrega dos resultados finais dos projetos, que serão incorporados à Coleção de Fotografia Contemporânea do Instituto Moreira Salles.

Os dois projetos ganhadores serão anunciados em agosto aqui no site da revista ZUM.

 

 

As inscrições vão de 02 de maio até o dia 2 de julho de 2017.

 

Para mais informações:

Leia o edital da Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2017

Veja a página de Perguntas Frequentes

Baixe a Ficha de Inscrição

 

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